terça-feira, 16 de abril de 2013

Uma Surpresa chamada, a minha vizinha


Era um sábado, inicio de tarde e terminava de me arrumar para ir ao aniversário do meu primo, iríamos comemorar em um barzinho, ao ficar pronto enviei uma mensagem de texto e esperei em frente do prédio, ao esperar pelo elevador, a minha vizinha sai do seu apartamento com a sua filha, e desde a sua separação eu tentava entender como o ex-marido a deixasse. Ela é divorciada, porém tem um namorado, tem uma filha, fruto do seu fracassado casamento e mora no prédio faz uns cinco anos. Quanto à nossa relação não se passava de alguns cumprimentos, e quando ela saiu a cumprimentei como de costume e puxei a porta do elevador para que ela e a filha entrassem. Durante a descida não pude deixar de observar, ela não era uma mulher tão atraente assim, mas tinha uma bunda grande e seios tamanhos médios, estava um pouco fora de forma, mas algo me atraía nela. Ela usava um vestido estampado que realçava bem sua bunda. Chegamos ao playground e fui em direção a porta de saída do prédio e encontrei com meu amigo e fomos ao barzinho para o aniversário do meu primo. Ao anoitecer, já estava um pouco travado, falei com o porteiro e peguei o elevador. Ao abrir a porta do elevador e entrar no hall, quando peguei as chaves para abrir a porta, me deparo com a minha vizinha na frente da porta da minha casa, ela usava um shortinho e uma camiseta grande por cima, percebi que estava sem sutiã, pois seus seios estavam durinhos, então ela falou comigo:
- Oi querido, tudo bem contigo? Falou envergonhada.
- Sim, eu respondi, apesar de não parecer bem, por causa da bebida. Posso ajuda-la em algo? Perguntei.
- Sim, se não se importa. Ela continuava envergonhada. Eu queria saber se você poderia emprestar um pacote açúcar? Eu nem percebi que acabou e estava fazendo um leite para minha filha, você pode me emprestar? Quando eu for ao supermercado eu devolvo um para ti.
- Ah! Eu tenho sim, e não precisa se incomodar em trazer outro pacote para aqui. Fui abrindo a porta. Liguei a luz da cozinha, abri a porta do armário e peguei um pacote de açúcar. Esta aqui, caso precise de algo a mais, pode bater aqui.
- Hum, posso mesmo é? Muito obrigada! Faço de suas palavras as minhas. Boa noite e obrigada de novo.
- Boa, até mais.
Naquele momento fiquei pensando na resposta dela. Decidi tomar um banho para ver se eu melhorava o estado, mas trouxe o celular junto. Sentei no vaso e fui olhando meus contatos, foi aí que vi o nome da minha vizinha, lembro que tinha conseguido o contato dela, devido a um pai de um amigo meu que fazia transportes para a filha dela, criei coragem e enviei uma mensagem.
“Oi boa noite!” Enviei apenas isso, tentando quebrar o gelo. Segundos depois chega uma mensagem.
“Boa noite! Quem é?” Confesso que deu um frio na barriga, mas decidi revelar logo para ver se a conversa iria render.
“Então... Sou o seu vizinho, o qual você pediu açúcar empestado, tenho seu numero salvo aqui nos meus contatos, tem algum problema?” Enviei em seguida, mas logo chegou uma mensagem.
“Huum... Não tem problema algum, conseguiu meu numero já para cobrar o pacote de açúcar foi mocinho?”
“Não, que isso? Não precisa recompensar com outro pacote de açúcar.”
“Ufa! Bom que não vou ter que pagar por outro pacote. Brincadeirinha.” Respondeu ela.
“Brincadeirinha, amanha mesmo vou trazer o pacote de açúcar pra ti.”
“Bom... Não precisa se incomodar.” Achei que a conversa iria parar por aí, foi quando ela mandou outra mensagem.
“Porque está enviando mensagem? Não tem coragem de conversar comigo?” Ao ler aquilo, fiquei pensativo, mas como eu estava travado, decidi abrir logo o jogo.
“Pra ser sincero eu tenho vergonha sim, por isso estou enviando mensagem, é que eu sinto uma atração por você!”.  Depois de enviar eu pensei: ‘Meu Deus, é agora que essa mulher não vai querer olhar mais para minha cara’. Esperei pela resposta, mas a cada segundo parecia minutos e ela demorou em responder, pensei: ‘Porra! Que mole que eu dei, não era para ter falado logo, deveria enrolar um pouquinho mais’. Foi quando o celular tocou avisando da nova mensagem.
“É sério? Desculpa a demora, estava colocando minha filha para dormir.”
“Bom... É sério sim, há algum tempo sinto desejo em você, com todo respeito, é claro!” Enviei e pensei: ‘Pô, já falei pra ela que tô interessado, agora irei “abrir meu coração”’ ri com esse meu pensamento.
“Poxa que legal! Não sabia que despertava desejos em outra pessoa.” Após ela enviar essa mensagem, outra apareceu em seguida.
“Você é um rapaz charmoso e interessante, até sonhei com você” Um sorriso tomou conta do meu rosto e já começava a planejar tentar me encontrar com ela.
“Que bacana, uma pena que você tem namorado e não vai querer nada comigo =/” Enviei a mensagem, tentando apelar e procurando saber se ela queria algo.
“Pois é, estou namorando, mas isso não impede...” E ela deixou aqueles três pontinhos para me enlouquecer, mas antes que eu pudesse mandar outra mensagem ela envia outra.
“Mocinho vou dormir, um beijo e boa noite.”
“Boa noite querida, um beijo.”
Coloquei o celular na pia e fiquei pensando naquela conversa durante o banho agora, cheguei até me masturbar pensando naquela mulher, terminei o banho, me enxuguei, me vesti e fui dormir, não demorou a cair no sono. No dia seguinte, ao lembrar aquela situação pensei: ‘Meu Deus, como vou olhar para a minha vizinha?’ ‘O que será que ela está pensando de mim agora? Que sou um pervertido?’ Deixei os pensamentos de lado e entrei na internet, e acabei contando o caso pro meu primo, ele começou a rir e falou se eu tinha coragem mesmo de encarar aquela côroa, e respondi convicto que tinha coragem sim, só que não sabia quando.  Alguns dias se passaram e não a vi mais, foi quando na quinta-feira, ao chegar do baba a minha vizinha abre a porta dela e me chama, com um pacote de açúcar em mãos.
- Aqui, o pacote de açúcar como prometido. Sua aparência já não era mais envergonhada. Ela estava vestida de um baby-doll rosa bem decotado, seus cabelos estavam soltos.
-Ah! Não precisava.
-Precisava sim, ela entregava o pacote, senão da próxima vez eu não bato na sua porta. Mostrando um sorriso nos lábios.
-Bom... Como quiser. A conversa foi interrompida com um grito da filha dela. Nos despedimos e fui para minha casa. Ao chegar em casa e ir para o banheiro, o local onde eu tinha coragem de enviar as mensagens, peguei meu celular e enviei uma mensagem para ela.
“Boa noite, bonito baby-doll!”
“Boa noite, gostou mesmo?” Respondeu ela.
“Sim, você fica linda nele e quem sabe mais linda sem ele, rs.” Enviei a mensagem e depois fui ver que fui tão objetivo sem ao mesmo procurar conversa.
“Garoto, garoto! Mas tudo que é bonito é para se mostrar né?” Respondeu ela.
“Sim! E você não sabe o quanto eu estou doido querendo ver!”
“Só ver?” Respondeu ela. A uma altura daquela eu não ficaria mais surpreso no que ela poderia me falar e sabia que já estava perto de conseguir algo. Eu tinha saber lidar com essa situação e decidi enviar isso:
“Não apenas ver, mas como poder tocá-la e satisfazê-la.”
“Huum... Garoto! Garoto!”
“Desde sábado, eu não consigo parar de pensar em você, tudo o que mais quero agora é você!” Eu já parecia desesperado atrás de sexo.
“Sério? Achei que estivesse brincando, você quer-me ver agora é?”
“Sim, e como eu quero!”
“Então espera um pouquinho aí, vou colocar minha filha pra dormir aqui. E envio uma mensagem pra você.”
“Tudo bem vou esperar.”
Algumas horas se passaram e achei que ela tinha me enrolado, quando deu meia noite, meu celular toca.
“Psiu! Ainda acordado?” Ela perguntou.
“Sim, sua filha já dormiu?”
“Sim, demorou, mas agora ela dormiu, pode vir aqui em casa, a porta está encostada.”
“Ok! Já estou indo.” Peguei algumas camisinhas que tinha separado e fui para a casa dela. A porta estava encostada, como ela tinha falado, todas as luzes estavam apagadas, mas a luz da lua clareava um pouco da sala, fechei a porta e ela veio ao meu encontro, demos um beijo demorado, senti sua respiração ofegante e sua mão gelada deslizando pela minha nuca. Ela então comentou aos sussurros:
- Nossa como ela demorou em dormir. Foi aí que veio a surpresa, quando eu menos esperava ela levantou o baby-doll, ficando apenas de calcinha.
- Venha! Venha aqui para o sofá, segurando pela mão.
Dei outro beijo nela e fui tirando a minha camisa e em seguida minha bermuda e cueca respectivamente. Peguei o pacote de camisinha e deixei próximo ao centro, fui tirando a sua calcinha e comecei a chupá-la, ouvia alguns sussurros dela e pedindo para eu não parar, ela tentava puxar meu cabelo, só que não consegui, pois meu cabelo estava bem curto. Minha mão esquerda passava pelo seio dela enquanto a outra abria os grandes lábios e a minha língua subia e descia, depois comecei a enfiar os dedos dentro da vagina dela e aumentando o ritmo, com dois dedos dentro, suas pernas estavam frenéticas e eu continuava alternando nas chupadas e enfiando os dedos. Ela empurrou a minha cabeça e pediu para eu levantar, meu pênis já estava duro que nem rocha, ela passou a mão, deslizando e passou a língua na cabeça do meu pênis, depois no canal da uretra e enfim colocou todo dentro da boca, ela parecia saciar a vontade, pois chupava rápido, aquilo era bom e ela continuou fazendo aquilo, enquanto ela chupava eu peguei o pacote de camisinha e fui abrindo ela afastou um pouco e fui se posicionando junto ao sofá, eu coloquei a camisinha e cheguei bem perto, dei uma pincelada e fui colocando a cabeça do meu pênis aos poucos, com movimentos lentos e ficava olhando para ela foi quando dei a primeira bombada que quase lhe tirei um grito, ela olhou assustada para mim e fez cara de brava mas com um tom de brincadeira e continuei enfiando, estava tão molhada a buceta dela que meu primeiro gozo veio rápido, eu estava com tanto tesão nela que não pude segurar. Fui ao banheiro, embalei a camisinha usada em um papel higiênico e voltei para a sala, deitamos juntos e pudemos enfim conversar “ao vivo”. Enquanto conversarmos eu passava a mão no seu seio e ficava estimulando o meu pau, já querendo dar uma segunda, então pedi para que ela chupasse de novo e não demorou para que ele estivesse duro de novo. Peguei outra camisinha, deitei ao chão e pedi para que ela sentasse em cima, ela rebolava muito, eu segurava um dos seus seios e olhava fixamente para seus olhos. Então pedi para que ela ficasse de quatro, foi só aí que tive a dimensão do tamanho da bunda dela, pedi para que ela abrisse um pouco as pernas e que empinasse para que eu pudesse conseguir enfiar, dei outra pincelada passando também pelo anus e ouvindo “Ei, nesse local ainda não”, dei um sorriso e deslizei um pouco para baixo e fui enfiando aos poucos na buceta dela. Como eu não podia dar tapas, eu puxava seus cabelos e apertava com vontade a sua bunda, como eu já estava cansando da posição solicitei que mudássemos de posição e a coloquei na minha posição favorita, chão de estrelas, quando seus calcanhares ficam apoiados nos meus ombros. Continuei bombando e aumentando o ritmo, já estava perto de gozar outra vez e perguntei onde ela queria receber o meu gozo, ela apontou nos seios, dei mais algumas bombadas, retirei a camisinha e gozei onde ela pediu. Fiquei exausto e deitei ao seu lado, quando ela falou:
- Você não é mole não! Gostei de ver. Sorri e agradeci depois pelo comentário.
- Bom, acho melhor você ir agora, minha filha costuma acordar no meio da noite, depois combinamos outra, está bem?
- Tudo bem, dei outro beijo e fui colocando minha roupa, e saí minutos depois.

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